Estou em computação desde 2016, quando cursei o técnico em informática integrado ao ensino médio no Instituto Federal Goiano, e depois Ciência da Computação na UFG. O primeiro trabalho pago veio em 2021, como QA na Jera — estúdio com mais de 300 apps lançados e fornecedor oficial do Rock in Rio. Os apps dos festivais passaram por mim: Rock in Rio, Rock in Rio Lisboa, Lollapalooza Brasil, The Town. Testar antes de lançar é um trabalho; ficar de plantão com o app no ar e centenas de milhares de pessoas usando ao mesmo tempo, num evento que não pode ser adiado, é outro. Três anos disso, em tempo integral e remoto, antes de passar a escrever produto.
O app do Lollapalooza 2025 fechou o ciclo com 99,79% de estabilidade no Android em 23 versões, com 80 mil pessoas dependendo dele por dia — números que a Jera publicou. O resultado é de um time, não meu. O que é meu é o hábito que ficou: leio um diff perguntando o que quebra em produção, e não se compila.
Hoje sou um dos dois desenvolvedores de uma plataforma de pagamentos — três pessoas ao todo. A minha parte é o painel do lojista e o modelo de dados e as migrations da API — webhook que chega duas vezes, sincronização que precisa ser segura de rodar de novo depois de morrer no meio — mais uma extensão de navegador onde 82% dos commits são meus. Esse código está sob NDA, então o que este site mostra é trabalho meu de ponta a ponta, mais demos que eu fiz e rotulo como tal.
A maior parte do meu código começa no Claude Code ou no Cursor. O que eu não faço é dar merge no que não sei explicar linha por linha.